Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil
O Ministério da Saúde acionou o sinal de alerta no início de julho, quando emitiu alerta informando que 312 municípios brasileiros estão com cobertura vacinal abaixo de 50% contra a poliomielite. A mobilização Algumas atividades já estão sendo registradas como campanhas. O Distrito 4650 do Rotary International (parte de Santa Catarina), por exemplo, está se mobilizando para veicular mídias em redes sociais, sites, blogs, portais de notícia, enviando e-mail marketing, veiculando outdoor e busdoor, além de releases para imprensa (mídia espontânea), entre outras estratégias de comunicação e conscientização. Os materiais mostram a importância da vacinação e do Programa “End Polio Now”, desenvolvido pelo Rotary International, responsável pela imunização de mais de 2,5 bilhões de crianças contra a doença, em 122 países, representando uma redução de 99,9% no número de casos mundiais. O programa Pólio Plus O Rotary já contribuiu mais de US$ 1,8 bilhão para a luta contra a pólio. Em 1985 lançou o programa de imunização Pólio Plus. Em 1988, a organização se tornou líder na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, junto com a Organização Mundial da Saúde e o Centro Norte-Americano de Controle e Prevenção de Doenças. Mais tarde, a Fundação Bill e Melinda Gates também passou a integrar o grupo. Desde que a iniciativa começou, a incidência da paralisia infantil no mundo caiu em mais de 99,9%, indo de 350.000 casos em 1988 para apenas 22 em 2017. O papel do Rotary na luta pela erradicação da pólio O trabalho do Rotary com a pólio se concentra na defesa da causa, na arrecadação de fundos, no recrutamento de voluntários e no aumento da conscientização de toda sociedade. A arquiteta Fabiane Kanzler Maiochi, presidente da Comissão da Pólio Plus do Distrito 4650, aponta quais os maiores desafios atualmente. O principal é eliminar focos em países onde ainda temos a incidência da doença. São três países apenas: Afeganistão, Paquistão e Nigéria, representando 0,1%. Mas os mais difíceis de prevenir devido a fatores que incluem isolamento geográfico, precariedade da infraestrutura pública, conflitos armados e barreiras culturais e religiosas. Sem a erradicação total dos focos, todos os países permanecem em risco de terem surtos da doença. No Brasil, de acordo com relatório de vacinação para Pólio em 2016, percebemos uma redução significativa na cobertura em todo país. Redução causada por vários fatores sociais, econômicos, políticos e principalmente culturais. Mesmo nos países onde a doença é considerada erradicada é fundamental que manter a cobertura vacinal, segundo Fabiane: “Num mundo globalizado e sem fronteiras, o risco é eminente até que possamos garantir o fim da doença mundialmente”, resumiu a associada do RC de Jaraguá do Sul - Vale do Itapocu do Distrito 4650. Confira algumas metas distritais para o Programa Pólio Plus sugeridas pelos distritos: Apoiar o lançamento da Campanha de Vacinação Nacional, com foco na mobilização da sociedade. Visitar Prefeituras e Secretarias de Saúde Estaduais e Municipais para reforçar a importância da Campanha de Vacinação da Pólio como um compromisso político. Desenvolver parcerias com entidades que possam facilitar o alcance às comunidades. Participar de eventos culturais e desenvolver iniciativas para conscientização e mobilização da comunidade. Envolvimento da secretaria da educação, palestras em escolas, igrejas, associações de moradores, uso de rádios e jornais e emissoras comunitários. Adotar um Posto de Saúde e fazer uma ação forte na comunidade que ele atende. Para mais informações sobre o Programa End Polio Now, acesse o site: https://www.endpolio.org/pt. Texto: Giovani Vitória | Jornalista/Rotariano | Rotary Club Hermann Blumenau | Presidente da Comissão de Imagem Pública do Distrito 4650 | Gestão 2018/2019.
Rotarianos se mobilizam para vacinação contra paralisia
Os aproximadamente 1,5 mil rotarianos na região centro-oeste do interior do estado de São Paulo, envolvendo o Distrito 4510 do Rotary International, estão se mobilizando para fortalecer a campanha nacional de vacinação contra a paralisia infantil (poliomielite), que será realizada no dia 18 de Agosto em todo o território nacional. “Erradicar a paralisia infantil no mundo é um compromisso do Rotary International”, disse o Governador do D4510 do RI, o delegado de polícia, João Evangelista Pereira, associado ao Rotary Club de Lucélia. “Dai a importância de nossa organização se envolver de forma direta no combate a esta doença”, acrescentou o dirigente rotário que está estimulando os 67 Rotary Clubs nas 38 cidades paulistas a tomarem uma iniciativa que leve as crianças aos postos de vacinação. De acordo com o médio pediatra, Régis Jorge, associado ao Rotary Club de Presidente Venceslau, coordenador distrital da “Pólio Plus”, na região do centro-oeste paulista, a proposta é que cada clube tome uma iniciativa no sentido de atrair as crianças e familiares aos postos de vacinação. “Não é nossa função vacinar e nem proporcionar a infraestrutura”, falou. “Nosso compromisso é fazer com que os pais levem os filhos para serem vacinados”, anunciou o dirigente rotário que esteve como Governador do Distrito 4510 do Rotary International, na Gestão 2007-08. “O poder público municipal, estadual e federal proporcionarão as condições para a vacinação”, avisou. “Nós, rotarianos, temos que fazer de tudo para que todas as crianças das cidades sejam vacinadas”, defendeu o rotariano que por ser médico pediatra sabe muito bem da importância da vacinação. A campanha nacional será desenvolvida de primeiro a 31 de Agosto, porém, no dia 18, será de maior intensidade com a vacinação contra a paralisia infantil (poliomielite). “Junto com a vacinação contra a paralisia infantil haverá, também, a vacinação contra o sarampo”, explicou Régis Jorge. “Nosso foco é a poliomielite, porém, não vamos descartar a vacinação contra o sarampo”, acrescentou o rotariano ao enfatizar que o Rotary International tem mais conhecimento técnico sobre a vacinação contra a pólio, mas não descarta qualquer outra. “Aliás, o ideal é que as famílias coloquem em dia a caderneta de vacinação das crianças”, acrescentou o médico pediatra rotário. “São crianças de 1 até 4 anos de idade, 11 meses e 29 dias”, detalhou. Para Régis Jorge os clubes podem promover uma série de campanhas em favor da ida das crianças para os postos de vacinação, seja: com atrações artísticas, musical, com o Corpo de Bombeiros, ornamentação, brindes, pedágios, panfletagens, destaques nas mídias sociais e nos veículos de comunicação, desfiles, e tantos outros meios de chamar a atenção para o Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil, dia 18 de Agosto, terceiro sábado do mês. “Os rotarianos são criativos e encontrarão uma maneira de fazer com que todas as crianças sejam vacinadas”, acredita Régis Jorge ao lembrar do baixo índice vacinal nos últimos anos no Brasil. “Temos que atingir os 97%”, apontou ao sugerir a intervenção dos rotarianos junto aos Poderes Públicos. “Vamos unir forças com liberdade em agir de forma pró ativa para que as crianças estejam nos postos de vacinação para serem vacinadas”, falou ao acreditar na possibilidade de se conseguir a meta de 97%, pelo menos nas 38 cidades onde exista um ou mais Rotary Clubs. #Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – METelefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: [email protected] ou [email protected]: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeirosSkype: marciomedeiros8020www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial
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